Ao lugar da boca, a essa memória regressavas,
por essas mãos estendidas de um vitral escondido
num canto triângular de uma igreja: ter a varanda aberta
sob o terremoto, a caneta afiada, o pano branco, as letras
arando o campo secreto a fogo, e vais entrando em mim
e contigo nasce o mar: tatuagens, cicatrizes, fábulas,
o gosto [...]
