Acto inacabado

A ave repousa do voo matinal, barco ancorado
em ébrios cantos, tambores, serpentes, crâneos,
enigmas no santuário da terra e o inferno fala

na senda dos passos, o corpo refaz o movimento,
paragem obrigatória no teu corpo, ressuscitando
papéis mortos à vela das cinzas de um retrato.

O tédio envolve-se na traça das rochas estéreis,
essas vigílias simples, [...]